As opiniões sobre a prisão de Lino Oviedo divergiram ontem entre os moradores de Ciudad del Este. Mas em um ponto praticamente todos concordaram: se fosse detido em território paraguaio, a possibilidade do ex-general ser morto por ‘‘seguidores de Argaña’’ seria grande. Dono de uma banca de revista na cidade que faz fronteira com o Brasil, Salvio Aguilar disse que sempre acompanhou as reportagens sobre o fugitivo em vários jornais. ‘‘A ação dos policiais brasileiros foi correta. Se fosse entregue às autoridades paraguaias, ele já poderia estar morto.’’ Sobre a atual situação política do país, Aguilar declarou. ‘‘O povo gosta de Oviedo porque é um homem que decide. Ou ele melhoraria a vida destas pessoas ou acabaria os sonhos delas de vez.’’ (E.D.)

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