Muçulmanos protestaram na semana passada contra as declarações do Papa Bento XVI a respeito do Islã e exigiram um pedido de desculpas, que o acusam de ter aderido à ‘‘campanha contra a religião muçulmana’’. ‘‘Exigimos que ele peça desculpas pessoalmente, e não por meio do Vaticano, aos muçulmanos’’, afirmou Mohammad Hussein Fadlallah, um dos principais clérigos muçulmanos no mundo. Em um discurso na Alemanha na terça-feira passada, Bento XVI pareceu endossar a visão cristã, contestada por muitos muçulmanos, de que, em sua origem, a religião islâmica foi disseminada pelo mundo por meio da violência. O Papa voltou a criticar o profeta Maomé, dizendo que o conceito islâmico da ‘‘jihad’’ mostra que a religião muçulmana é ‘‘irracional’’ e ‘‘incompatível’’ com a natureza de Deus. A Irmandade Muçulmana – o maior grupo político islâmico – exigiu um pedido de desculpas do Papa e exigiu que os governos de países islâmicos cortem relações com o Vaticano. O grupo disse ainda que as declarações do Papa ‘‘aumentam as divergências’’ entre o mundo muçulmano e o Ocidente e revelam ‘‘profundo ódio’’ aos muçulmanos.


É o menor estado independente do mundo, encravado na capital de Itália, Roma. Deve a sua existência ao fato de ser a sede da Igreja Católica Romana.


Conforme a definição clássica, o mundo ocidental refere-se à Europa e os seus herdeiros genealógicos e filosóficos, principalmente ao continente Americano. Também se considera o oeste da África, que mesmo não sendo um herdeiro genealógico, é considerado pela semelhança cultural.


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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