Relatório aponta morte de 36 jornalistas em 99
O grupo de acompanhamento francês Jornalistas Sem Fronteiras divulgou ontem um relatório sobre as condições de trabalho destes profissionais em todo o mundo. De acordo com a entidade, 36 jornalistas foram assassinados em 1999, o dobro do registrado no ano passado, a maioria enquanto fazia cobertura de guerras. Dez jornalistas morreram em Serra Leoa, o local mais perigoso. O relatório também informa que 446 jornalistas foram presos enquanto trabalhavam e 653 sofreram ataques. A República Democrática do Congo, Cuba e Turquia são os país que mantêm o maior número desses profissionais em prisões.

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