Washington - A saída de Fidel Castro não deve modificar, por enquanto, a política dos Estados Unidos em relação a Cuba, já que Washington prometeu desistir de seu programa de isolamento somente em caso de eleições livres - uma exigência reiterada ontem pelo presidente George W. Bush.
Em visita a Ruanda, na África, Bush reagiu ao afastamento de Fidel declarando que ''deveria constituir o início de uma transição democrática para o povo cubano'', mas teve o cuidado de não enviar qualquer sinal de que a política dos EUA para Cuba, praticada há 50 anos, poderia mudar.
O ''primeiro passo'' deve ser a libertação dos prisioneiros políticos, considerou o presidente norte-americano, pedindo à comunidade internacional que contribua para instalar instituições democráticas em Cuba.
Os candidatos à presidência dos EUA, tanto democratas quanto republicanos, consideraram que a saída de Fidel não é suficiente para que Cuba seja um país livre. (F.P.)

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