KINSHASA - O exército congolês, que em menos de uma semana derrotou a rebelião no sudoeste da República Democrática do Congo (RDC-ex Zaire), ocupou Matadi, principal centro de abastecimento da capital, Kinshasa, onde a vida começa a voltar à normalidade.
O chefe do Estado Maior das Forças Armadas angolanas (FAA), general João de Matos, recebeu domingo, em Matadi, 350 km a sudoeste da capital da RDC, seu colega congolês, Joseph Kabila, que é filho do presidente congolês, e o vice-ministro do Interior, Faustin Munene, que vieram de Kinshasa.
Respondendo às perguntas sobre os motivos da intervenção angolana junto ao presidente Laurent-Desiré Kabila, o general Matos respondeu: ‘‘Viemos para proteger um governo legítimo e para garantir os interesses vitais de Angola’’.
Sobre o tempo que o exército angolano permanecerá em território congolês, Matos limitou-se a responder que a questão seria definida entre os governo de Kinshasa e Luanda.France PresseRendiçãoSoldado rebelde é conduzido à prisão por militares do exército do CongoFrance Presse

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