Os rebeldes libertaram ontem 18 soldados das forças de paz e observadores da Organização das Nações Unidas. Um comandante britânico dizia que as forças leais ao governo pareciam recuperar impulso sobre a insurgência.
David Wimhurst, porta-voz da ONU em Freetown, disse que os reféns – sete observadores militares de várias nacionalidades e 11 soldados – foram entregues a funcionários locais da ONU, estacionados no povoado de Kailahun, próximo à fronteira com a Libéria.
Ontem, o chefe do Estado-Maior britânico, general Charles Guthrie, desembarcou em Freetown. Pouco antes, a capital do país havia sido declarada ‘‘cidade segura’’ pela força britânica de intervenção rápida, que começou a desembarcar na região no dia 8.
Guthrie reafirmou que a missão da força de intervenção rápida é apenas proteger os estrangeiros ali residentes e controlar o aeroporto de Lungi. Guthrie reuniu-se depois com o general David Richards, comandante da força britânica. Segundo Richards, não há mais risco para os estrangeiros em Freetown. Ele disse acreditar que o chefe rebelde, Foday Sankoh possa ter sido morto pelos próprios comandados.

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