São Paulo - Um grupo de policiais e soldados rebeldes atacou o escritório do partido do governo em Gleno, a 30 quilômetros da capital de Timor Leste, Dili, na madrugada de ontem. Cerca de dez partidários que estavam na sede saíram correndo e foram perseguidos a tiros. Não houve mortos no atentado.
A dúvida agora é se o ataque foi um incidente isolado ou se é parte da pressão crescente contra o governo do premier Mari Alkatiri. E se a onda de violência, que começou em março com a demissão de cerca de 600 soldados, e que diminuiu com a chegada das forças internacionais de paz, voltou.
O grupo, formado por dez homens em dois carros, atirou contra a sede da Frente Timorense de Libertação do Timor Leste Independente (Fretilin), na madrugada de quarta para quinta-feira.

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