São Paulo - A questão nuclear da Coréia do Norte foi o destaque no último dia do Fórum Econômico Mundial de Davos, que terminou ontem depois de cinco dias de debates e reuniões com a participação de 2.200 líderes políticos e econômicos.
O ministro da Unificação da Coréia do Sul, Chung Dong-Young, disse que a Coréia do Sul espera uma solução favorável e pacífica da questão nuclear norte-coreana em 2005. ''Minha esperança é que na cúpula da Apec (Fórum de Cooperação Ásia Pacífico) possamos celebrar o fim da Guerra Fria e também a solução da questão nuclear norte-coreana'', disse Chung, referindo-se ao encontro que acontecerá em novembro deste ano na capital sul-coreana, Seul.''
O primeiro-ministro paquistanês, Shaukat Aziz, também tocou em um problema nuclear, ao pressionar o Irã a aceitar um compromisso com os EUA e a União Européia. No sábado, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), Mohamed El Baradei, disse em Davos que obteve uma ''boa cooperação'' do Irã a respeito do programa nuclear do país; e que, no momento, a Aiea não tem provas de que o Irã esteja produzir armas atômicas - como suspeita o governo norte-americano.

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