Um Boeing-777 da Malaysia Airlines, que seguia de Amsterdã para a capital malasiana, Kuala Lumpur, caiu no leste da Ucrânia, a 50 km da fronteira com a Rússia, com 298 pessoas a bordo - 283 passageiros e 15 tripulantes.
O governo ucraniano afirmou ter sido um ato "terrorista" praticado por rebeldes pró-Rússia, que buscam se separar da Ucrânia. Anton Gerashchenko, assessor do ministro do Interior da Ucrânia, disse que a aeronave fora derrubada a 10 mil metros de altitude por um míssil Buk, lançado pelos separatistas a partir do solo.
O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, falou em "ato terrorista" e descartou que uma ação das forças de Kiev possa ter ligação com a tragédia. O líder separatista Aleksander Borodai, um dos chefes da chamada "República Popular de Donetsk", acusou as forças ucranianas de terem derrubado o avião. Os rebeldes argumentam que têm poder para atingir aviões no máximo a 3 mil metros de altitude - e não a 10 mil, como estava o Boeing.
Outros dois aviões, estes militares da Ucrânia, foram atingidos pelos rebeldes nos últimos dias, segundo as autoridades .
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, culpou a Ucrânia. "Esta tragédia não teria ocorrido se houvesse paz naquela terra. (...) E, certamente, o Estado em cujo território isso ocorreu tem responsabilidade."

É um país da Europa Oriental, cuja capital é Kiev. É considerada o "celeiro da Europa" devido à fertilidade de suas terras. Em 2011, o país era o terceiro maior exportador de grãos do mundo

Lançado por terra, este míssil possui capacidade de abater alvos entre 3 quilômetros e 25 quilômetros de altitude, atingindo velocidade de até 1.200 metros por segundo

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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