Cerca de 350.000 professores e centenas de funcionários da saúde da Colômbia iniciaram ontem uma greve por tempo indeterminado em protesto contra o anúncio do governo de uma reforma constitucional que visa restringir a transferência de recursos para os setores da educação e da saúde dos municípios e departamentos, dentro de um acordo sobre saneamento fiscal firmado por Bogotá com o Fundo Monetário Internacional (FMI), informaram os sindicalistas.
A presidente do sindicato de professores estatais (Fecode), Gloria Ramírez, assinalou aos jornalistas que o movimento está sendo obedecido em todo o país e estão previstas passeatas e concentrações nas ruas das principais cidades do país.

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