Prisão para dona do grupo Clarín
Buenos Aires A justiça argentina ordenou ontem a ''prisão domiciliar'' de Ernestina Herrera de Noble, de 77 anos, a dona do grupo argentino Clarín, que inclui o jornal mais lido em espanhol da América Latina. Ela é acusada de ter usado documentos falsos para a adoção de duas crianças em 1976, Felipe e Marcela. A investigação tenta determinar se os dois ou pelo menos um deles são filhos de desaparecidos políticos durante a ditadura militar (1976-83), quando muitas crianças foram sequestradas na ação que era justificada como luta contra o terrorismo.
A decisão do juiz federal leva em conta uma lei que beneficia as pessoas maiores de 70 anos com o direito à prisão domiciliar.





