A Tok­yo Elec­tric Po­wer (Tep­co), com­pa­nhia ope­ra­do­ra da usi­na nu­clear de
Fu­kus­hi­ma Daii­chi, in­for­mou na úl­ti­ma ter­ça-fei­ra que foi de­tec­ta­do na ­água do mar nas pro­xi­mi­da­des da cen­tral um ní­vel de io­do ra­dioa­ti­vo cin­co mi­lhões de ve­zes su­pe­rior ao li­mi­te le­gal, en­quan­to o cé­sio-137 apre­sen­ta ín­di­ce 1,1 mi­lhão de ve­zes ­maior.
  Uma amos­tra re­co­lhi­da no iní­cio da se­ma­na re­tra­sa­da em uma ­área ma­ri­nha pró­xi­ma ao rea­tor 2 de Fu­kus­hi­ma re­ve­lou uma con­cen­tra­ção de io­do-131 de 200 mil bec­que­rels por cen­tí­me­tro cú­bi­co.
  As aná­li­ses tam­bém mos­tra­ram que a pre­sen­ça de cé­sio-137 su­pe­ra­va o li­mi­te le­gal em 1,1 mi­lhão de ve­zes, se­gun­do fon­tes da Tep­co ci­ta­das pe­la emis­so­ra pú­bli­ca de te­le­vi­são NHK.
  En­quan­to o io­do-131 tem vi­da mé­dia re­la­ti­va­men­te bre­ve, de oi­to ­dias, o pe­río­do de se­mi­de­sin­te­gra­ção do cé­sio-137 é de 30 ­anos.


● Por hora, na usina, são emitidos cerca de 400 milisieverts de radiação. Uma pessoa exposta a 100 mil milisieverts morre na hora

● Em várias situações corriqueiras as pessoas estão expostas à radiação. Comer uma banana gera 0,1 microsieverts de radiação; usar monitor de microcomputador por um ano emite 1,0

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