O Papa Bento XVI criticou durante abertura da 5ªConferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe (Celam), em Aparecida (SP), as leis civis que favorecem e permitem o uso de anticoncepcionais e o
aborto, presentes em alguns países da América Latina. Segundo ele, essas leis, juntamente com o relativismo ético, os fluxos migratórios internos e externos, a pobreza e a instabilidade social, ameaçam o futuro dos países da região, cujo maior patrimônio é a família. O pontífice criticou também a persistência da ‘‘desgraça da mentalidade machista’’ em algumas famílias, que ignoram a novidade do cristianismo, que passou a reconhecer e proclamar a dignidade e a responsabilidade iguais para homens e mulheres. Nesse sentido, defendeu que os governos incentivem e apóiem as mulheres que decidirem dedicar-se somente à criação de seus filhos. ‘‘A família é insubstituível para a serenidade pessoal e para a educação dos filhos. As mães que querem dedicar-se plenamente à educação de seus filhos e ao serviço da família devem gozar das condições necessárias para fazê-lo, e para isso têm direito a contar com o apoio do Estado. O papel da mãe é fundamental para o futuro da sociedade’’, declarou Bento XVI, na abertura da Celam.

Interrupção de gestação. Pode ser provocado com finalidade de interromper a gravidez ou em conseqüência de doenças maternas ou fetais (aborto espontâneo).

São pílulas que evitam a gravidez. Existem diversos tipos de pílulas, levando-se em conta as particularidades de cada mulher. Vale ressaltar que as pílulas apenas servem para impedir a gravidez, isentando-se de proteger de doenças sexualmente transmissíveis. Os médicos também indicam a pílula para outros tratamentos, tais como endometriose, ovários policísticos, tensão pré-menstrual e cólica menstrual.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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