A polícia cingalesa deteve 19 suspeitos de envolvimento no atentado suicida que matou ontem 23 pessoas, entre as quais um ministro de grande popularidade e sua esposa, enquanto a presidente Chandrika Kumaratunga pediu ontem à população que evitasse atos de retaliação contra os tâmeis.
Populares enfurecidos atiraram pedras contra propriedades dos tâmeis em Ratmalana, onde ocorreu o atentado.
O governo atribuiu a ação aos rebeldes do movimento Tigres Tâmeis pela Libertação do Eelam, que reivindica a independência da região nordeste da ilha.
O ministro do Desenvolvimento Industrial, Clement Gooneratne, foi assassinado enquanto angariava fundos para ajudar as famílias dos soldados que lutam contra os rebeldes tâmeis. Sua mulher Shyama morreu ontem; metade dos outros 60 feridos no atentado continua hospitalizada.

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