São Paulo - Os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela) e Juan Manuel Santos (Colômbia) definiram um plano para pôr fim à crise bilateral deflagrada há quatro semanas pela decisão de Caracas de fechar parte da fronteira comum e expulsar mais de 1,6 mil colombianos, sob pretexto de combater o contrabando.
Os líderes se comprometeram a seguir sete pontos, entre os quais está a "progressiva normalização da fronteira" e a coexistência dos "modelos econômicos, políticos e sociais de cada país". Os embaixadores colombiano e venezuelano retornarão a seus postos na nação vizinha e estão previstas reuniões de ministros para debater "temas sensíveis" - a primeira prevista já para hoje, em Caracas - e a continuidade da mediação do Equador e do Uruguai.

GUIANA

As Forças Armadas da Venezuela enviaram ontem milhares de soldados à fronteira com a Guiana, um dia após o vizinho ameaçar levar a disputa fronteiriça por uma jazida de petróleo à Corte Internacional de Justiça por considerar esgotados os esforços da ONU para resolver o conflito.

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