Pescador libertado por caiapós mantém contato com a família
Eu até pensei que iria virar
macaco, de tanta banana que comi nesses dias, afirmou ontem pela manhã Luiz Alberto Landi, um dos reféns dos índios caiapós no Pará desde a sexta-feira da semana passada, na primeira ligação telefônica que fez para a mulher, Vera Lúcia, em Avaré (SP). Ele falava de um telefone público em Novo Progresso (PA) e, segundo a mulher, a ligação era ruim, mas serviu para tranquilizar a família quanto ao estado de sa© úde do grupo.
Eles iriam a um churrasco na casa de um companheiro de cativeiro na própria cidade e, durante a tarde, viajariam para Sinop (MT), onde se encontrariam com o médico Edson Nascimento, parente que desde o último domingo trabalhou nas negociações que levaram à libertação.
Luiz Alberto disse à mulher que todos estão bem e que seu pai, Frederico Landi Filho, que sofre de diabetes, recuperou a boa forma depois que voltou a receber os medicamentos, ainda no cativeiro.





