Caracas - A passeata convocada ontem em favor do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, terminou sem maiores incidentes. Centenas de pessoas participaram da manifestação, que também protestou contra confrontos entre opositores e chavistas que deixaram dois mortos sábado em Caracas.
A manifestação foi considerada um marco da greve geral convocada pela oposição há mais de um mês, que afeta a vital indústria petrolífera da Venezuela, quinto maior exportador de petróleo do mundo.
O deputado do partido oficialista MVR, Darío Vivas, declarou que a passeata ''é um protesto contra a ação da Polícia Metropolitana á controlada pelo prefeito oposicionista, Alfredo PeÀa , que ocasionou as mortes'', segundo canal estatal de TV da Venezuela.
Al Qaeda O major da Força Armada Nacional, Juan Díaz Castillo, acusou ontem o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de haver doado US$ 1 milhão para a rede terrorista Al Qaeda, segundo a agência ''El Universal''. Díaz Castilho piloto da aeronave Airbus 319, responsável pelo transporte de Chávez dentro e fora da Venezuela se juntou à dissidência militar no dia 25 de outubro semanas antes ele havia sido deposto de seu cargo de piloto presidencial.
Díaz Castilho também acusou Chávez de depender dos conselhos do presidente de Cuba, Fidel Castro, para governar a Venezuela.
Segundo ele, 4 mil venezuelanos foram enviados para Cuba nos últimos quatro anos para receber treinamento e doutrinamento militar.

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