São Paulo- A sessão de encerramento do encontro anual da Assembléia Nacional Popular, em Pequim, ocorrida ontem, foi marcada pela aprovação da lei que equipara a importância da propriedade privada e estatal na China.
Foram necessários 13 anos de discussões e dezenas de mudanças no conteúdo original da legislação para que o Parlamento chinês aprovasse a medida, que reforça as diferenças entre o caráter capitalista das grandes cidades e comunista do campo.
A economia foi outro ponto alto das discussões que a assembléia encerrou hoje. O premiê chinês, Wen Jiabao, definiu o desenvolvimento do país como ''não-estável, desequilibrado, descoordenado e insustentável''.
Os legisladores chineses aprovaram, por 2.799 votos a favor, 37 abstenções e 52 votos contra, a controversa Lei de Propriedade, que foi aplaudida pelo plenário.

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