A União Européia se colocou na vanguarda mundial da luta contra a mudança climática ao adotar um ambicioso plano energético que inclui uma redução unilateral de 20% das emissões de dióxido de carbono até 2020 e um objetivo obrigatório de consumo de energia renováveis. O acordo alcançado depois de dois dias de duras discussões entre os 27 líderes europeus reconhece indiretamente o papel nuclear na redução da emissão de gases de efeito estufa, um triunfo do presidente francês Jacques Chirac em sua última cúpula européia.
O plano tem quatro grandes objetivos, todos para 2020: uma redução de 20% das emissões de CO2; um desenvolvimento das energias ‘‘limpas’’ para que representem 20% do consumo total da UE (contra 7% atualmente); 10% de biocombustíveis no consumo de combustíveis no transporte; e uma poupança energética de 20% em relação às atuais estimativas para essa data. Além disso, a UE se compromete em chegar a até 30% na redução de gases de efeito estufa em caso de compromisso internacional que envolva tanto os Estados Unidos quanto os países emergentes, como Brasil, China e Índia.

Gás incolor, incombustível e de odor e gosto suavemente ácidos, que entra em pequena parcela na constituição da atmosfera, sendo a única fonte de carbono para as plantas clorofiladas. Em si não é venenoso e sua presença no ar em até 2,5% não provoca danos, mas em uma porcentagem de 4 a 5% causa enjôo e a partir de 8%, aproximadamente, torna-se mortal.

Camada de gases que envolve a Terra como um vidro e impede que o calor terrestre volte para o espaço, esquentando o planeta. Esse fenômeno, natural, propiciou a vida sobre a Terra. Mas, segundo os dados alarmantes a respeito do aquecimento global, com o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera, esse calor passou a ser encurralado dentro de uma ‘‘estufa’’ atmosférica, o que vem causando danos irreversíveis ao planeta.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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