Haia – A Palestina aderiu oficialmente ontem ao Tribunal Penal Internacional (TPI), o que abre o caminho para que autoridades israelenses sejam julgadas por crimes de guerra ou crimes ligados à ocupação dos territórios palestinos. Em uma cerimônia a portas fechadas na sede do tribunal em Haia, o ministro palestino das Relações Exteriores, Ryad al-Malki, recebeu uma cópia simbólica do Estatuto de Roma, o elemento constitutivo do TPI. "A Palestina busca justiça, não vingança", disse o ministro à imprensa após a cerimônia, antes de pedir que Israel também entre para o tribunal. (France Presse)

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