País do Golfo será tema de cúpula da União Européia
Por outro lado, em Atenas, a presidência da União Européia (UE), que este semestre é exercida pela Grécia, decidiu organizar, na próxima semana, uma cúpula de chefes de Estado e de Governo do bloco europeu sobre o Iraque, anunciou o ministro de Relações Exteriores, Georges Papandreu, sem comunicar a data.
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, depois de um encontro com seus colegas líbio, Muammar Kadhafi, e sírio, Bachar Al Assad, reconheceu que os árabes não são capazes de impedir uma guerra no Iraque.
Por último, em uma entrevista publicada na edição de ontem do jornal francês Le Figaro, o secretário americano de Defesa, Donald Rumsfeld, afirmou que a fuga de Saddam Hussein ''é sua primeira opção'' em caso de guerra contra o Iraque, ao mesmo tempo em que tentou justificar o recurso à guerra preventiva para desarmar o regime de Bagdá.
''A prioridade da comunidade internacional deve ser entrar no Iraque para eliminar as armas de destruição em massa. Por isso, Saddam deve sumir. Basta que encontre um país que prometa não expulsá-lo. Seguramente não é impossível'', disse.
A questão é saber que país no mundo inteiro aceitaria receber Saddam Hussein, sabendo que os Estados Unidos passariam a ver esse país também com olhos de inimigo, considerando que mesmo com a 'aprovação velada' americana, estaria 'hospedando' um inimigo dos Estados Unidos.





