Assunção - O líder da oposição paraguaia, o general Lino Oviedo, que regressou na terça-feira do exílio e acabou levado para uma prisão militar, começou uma dura batalha judicial para tentar provar sua inocência dos quatro crimes de que é acusado, entre eles uma tentativa de golpe em 1996 e a morte do vice-presidente Luis ArgaÀa num atentado em 1999. ''Em primeiro lugar, vou pedir a todos os que me denunciaram que apresentem as provas. Eu tenho as provas da minha inocência'', disse à AFP o político, líder do partido União Nacional de Cidadãos Éticos (Unace). Segundo o general, que goza de grande popularidade, todas as denúncias apresentadas contra ele, incluindo a condenação por um tribunal militar a 10 anos de prisão por uma suposta tentativa de golpe em 1996 ''são sem fundamento''.

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