Buenos Aires - O líder da comunidade judia argentina Abraham Kaul acusou ontem o governo de Carlos Menem (1989-99) de ter emperrado a investigação do atentado anti-semita contra a associação beneficente judaica AMIA, que deixou 85 mortos e 300 feridos em 1990, no início de mais um dia de julgamento contra os argentinos acusados de dar apoio ao ataque, a chamada ''conexão local''.
''Durante o governo de Menem não se investigou nada'', afirmou Kaul ao canal a cabo Todo Noticias, enfatizando que a atitude do atual governo é diferente.

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