A Otan recebeu ontem dos Estados Unidos a prova da implicação do milionário saudita Osama bin Laden nos atentados de 11 de setembro, mas não foi exigida uma ação militar. O conselho permanente da Otan ouviu os resultados da investigação sobre os responsáveis pelos atentados que foram proporcionados pelo coordenador americano para a luta antiterrorista, Francis Taylor. A investigação americana ''confirma que o ataque veio do exterior'' e estabelece uma clara relação entre a organização Al Qaida, o milionário saudita Osama Bin Laden e o regime afegão, disse o secretário-geral da Aliança, George Robertson.

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