Praga - Os chefes de Estado e de Governo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) deram ontem, na cúpula de Praga, seu ''apoio político'' à resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) para o desarmamento do Iraque e se mostraram dispostos a ''ações para apoiar os esforços da ONU'', indicaram fontes diplomáticas.
Os aliados da Otan estão prontos a decidir ''medidas eficazes'' em apoio aos esforços da ONU para desarmar o Iraque, segundo a declaração adotada pelos 19 chefes de Estado e de Governo da Otan.
A Otan decidiu, igualmente, aceitar a adesão, em 2004, de sete países do Leste europeu - três países bálticos da ex-União Soviética e outros quatro que pertenceram ao Pacto de Varsóvia.
O secretário-geral da Aliança, George Robertson, convidou formalmente a Estônia, Letônia, Lituânia, Eslováquia, Eslovênia, Romênia e Bulgária a integrar a organização. ''Estes países assumirão sua parte da responsabilidade em um mundo em paz'', declarou o presidente tcheco, Vaclav Havel, enquanto Robertson avaliou que ''uma Otan transformada será mais forte''.
''As decisões de hoje (ontem) reafirmam nossos compromissos com a liberdade e com uma Europa Unida e livre'' e ''fortalecem nossas nações'', o que deixa ''os Estados Unidos muito satisfeitos'', declarou o presidente George Bush, acrescentando que esta ampliação vai ''renovar o espírito da grande aliança democrática''. O encontro termina hoje.

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