Apesar dos eficientes meios de prevenção, existentes há mais de dez anos, cem mil pessoas morreram por causa da Aids nas Américas no ano 2000, e a cada mês acontecem vinte mil novas infecções. Vinte anos depois de ter sido identificado, cerca de 37 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas pelo vírus da deficiência imunológica humana (HIV-Aids), das quais 2,7 milhões nas Américas.
Atualmente, há 1,4 milhão de pessoas que já desenvolveram a doença na América Latina, 390 mil no Caribe e cerca de um milhão na América do Norte, segundo cifras da Organização Pan-americana da Saúde (OPS). No Brasil, a epidemia já causou a morte de 150 mil pessoas.
Mais de 15 anos depois de terem sido identificados os mecanismos de transmissão, a cada dia em todo o mundo são infectadas 16 mil pessoas, nas Américas 20 mil por mês e um quarto de milhão por ano.
No Caribe a grande maioria das pessoas contraem o HIV durante relações heterossexuais sem proteção.
Na América Central, Honduras concentra a metade dos casos da região. O meio principal de transmissão também é a relação heterossexual sem proteção. No Cone Sul, os mais atingidos são os homossexuais e os usuários de drogas injetáveis (UDI). O Brasil tem a mais alta taxa de infecção.
Na América do Norte – inclusive o México – 90% dos casos relatados correspondem a HSH ou UDI, e somente 10% a relação heterossexuais sem proteção.

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