Os americanos não vão pedir desculpas
Washington - A promessa de Barack Obama de buscar o diálogo com outros países, no entanto, não deve ser encarado como leniência. Na pragmática Era Obama, os americanos não vão ''pedir desculpas'' por seu modo de vida nem ''hesitarão em sua defesa''. ''Àqueles que buscam promover seus objetivos induzindo ao terror e massacrando inocentes, afirmamos neste momento que nosso espírito é mais forte e não pode ser derrotado.''
Aos muçulmanos, acenou com ''um novo caminho'', baseado ''nos interesses mútuos e no respeito mútuo''.
Aos que se agarram ao poder pelo ''logro e o silenciamento da dissensão'', disse que estão do lado errado da história, mas prometeu ''estender uma mão, se vocês se dispuserem a abrir seus punhos''.
Obama não citou os vizinhos latino-americanos diretamente nenhuma vez, mas um dos prováveis destinatários da última frase é o regime cubano, um do longo índex de tensões externas que esperam Obama: conflitos no Iraque e Afeganistão, nervosismo no Paquistão, corrida nuclear na Coreia do Norte e Irã, precário cessar-fogo entre Israel e palestinos. (S.D./Folhapress)





