OPERAÇÃO FARRAPOS - Chefe de cartel colombiano é preso no Brasil
Um dos maiores traficantes de droga do mundo, com patrimônio pessoal de US$ 1,8 bilhão (R$ 3,4 bilhões), Juan Carlos Ramirez Abadía, de 44 anos, foi preso em sua casa em um condomínio de luxo em Aldeia da Serra, Barueri, na Grande São Paulo. Abadía é um dos chefes do Cartel do Norte do Vale, na Colômbia, o maior fornecedor de cocaína e heroína para os Estados Unidos Abadía é acusado de enviar mil toneladas de cocaína para o país, de 1990 e 2004. Ele é apontado como mandante da morte de 300 pessoas na Colômbia e 15 nos Estados Unidos. O Departamento de Estado americano oferecia recompensa de US$ 5 milhões por informações que levassem à sua captura. O superintendente da Polícia Federal de São Paulo, Jaber Makul Hanna Saadi, disse que esse dinheiro pode ser destinado à instituição. O governo americano já pediu a extradição e o caso será decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Havia dois anos que os agentes da PF seguiam os rastros de Abadía no Brasil. O colombiano saiu de seu país em meio à guerra entre facções do cartel, depois de os Estados Unidos pedirem sua extradição em 2004. Aqui, ele morou em Curitiba (PR), Rio Grande do Sul e, por fim, em São Paulo. Vivia recluso e mantinha contato com poucas pessoas de sua confiança todos colombianos. A prisão ocorreu durante a operação Farrapos.
Acordo realizado entre empresas independentes umas das outras, com
o objetivo de limitar ou suprimir os riscos da concorrência. É proibido por lei
É uma das mais prejudiciais drogas de que se tem notícia. Além de ser extremamente nociva ao corpo, a heroína causa rapidamente dependência química e psíquica. Ela age como um poderoso depressivo do sistema nervoso central. Fisicamente, o usuário de heroína pode apresentar diversas complicações como surdez, cegueira, delírios, inflamação das válvulas cardíacas, coma e até a morte
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





