Nova York - O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, assinalou nesta terça-feira que não poderá recomendar o envio de uma missão importante da ONU ao Iraque se não existirem as condições de segurança necessárias. ''A insegurança vai constituir para nós no futuro previsível uma limitação maior'', disse Annan aos jornalistas. Annan decidiu retirar o pessoal estrangeiro em outubro passado, semanas depois que 22 pessoas morreram em um ataque suicida contra a sede da ONU em Bagdá, embora duas pequenas equipes se encontrem atualmente no Iraque.
Uma é dirigida por Lakhdar Brahimi, conselheiro especial de Annan, que realiza múltiplos contatos para contribuir numa solução que permita a transferência da soberania da coalizão aos iraquianos.
Quatro corpos, que possivelmente são dos empreiteiros norte-americanos desaparecidos em uma emboscada contra um comboio de combustível a oeste de Bagdá na semana passada, foram encontrados em uma cova na mesma zona do ataque, revelou a rede de televisão NBC nesta terça-feira. Grupos armados e terroristas iraquianos teriam eliminado civis de uma empresa de prospecção; entre os mortos, estavam técnicos franceses e sírios.

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