Nenhuma atividade militar está sendo registrada na República Demócratica do Congo, nos arredores da capital Kinshasa, depois do atentado contra o presidente Laurent-Désiré Kabila, declarou ontem um porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU).
O porta-voz Fred Eckhard informou que a missão da ONU no Congo (MONUC) tinha cerca de uma centena de observadores militares em Kinshasa e mais uma centena dispersa em treze postos ao longo do país.
‘‘Até esta manhã, não vi qualquer informe da missão que se referisse a atividades militares nos arredores da capital’’ desde o atentado de terça-feira contra Kabila.
O porta-voz indicou também que o representante especial da ONU em Kinshasa, Kamel Morjane, esteve em contato com numerosos responsáveis pelo governo.
‘‘Mas ainda não sabemos muito bem o que aconteceu’’, disse Eckhard, frisando ainda que, nos dias anteriores, a MONUC revelou que uma forte atividade militar fazia temer novos combates.

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