São Paulo - A Organização das Nações Unidas (ONU) elevou ontem a estimativa de mortes na Síria para 7,5 mil baixas desde o início dos protestos contra o regime de Bashar Assad, há 11 meses.
A projeção anterior, de janeiro, apontava 5,4 mil mortes. Grupos de oposição ao regime de Bashar al Assad, que sempre divulgaram cifras mais altas, já apontam mais de 8,5 mil vítimas da repressão.
''Há informes críveis de que a contagem de mortes agora ultrapassa cem civis por dia, incluindo mulheres e crianças'', disse o secretário-adjunto das Nações Unidas, Lynn Pascoe, à agência Associated Press.
Somente na segunda-feira, segundo estimativas do grupo opositor CCL (Comitês de Coordenação Local), 124 pessoas teriam morrido em todo o país. Desde janeiro, as forças de repressão de Bashar Assad procederam ao bombardeio de cidades consideradas como enclaves rebeldes, com ênfase em Homs.
No mês passado, a ONU chegou a desistir de fazer a contagem de vítimas, devido à dificuldade em levantar essas informações.(Folhapress)

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