ONU denuncia mortes no Congo
Nova YorkCerca de 200 pessoas foram mortas em maio passado na cidade de Kisangani, na República Democrática do Congo, após uma tentativa frustrada de rebelião, informou ontem Mary Robinson, alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Em seu relatório, Robinson destaca que os membros da Missão da ONU que estavam em Kisangani não fizeram nenhuma intervenção física para deter as execuções. O texto responsabiliza pelos massacres as ''autoridades da União Congolesa pela Democracia-Goma'' (RCD-G), um movimento rebelde apoiado por Ruanda. Nas últimas três semanas a guerra endureceu na província de Sur-Kivu, perto de Kisangani.





