Damasco - A ONU revisou para cima ontem o número de vítimas da repressão na Síria, que ficou em mais de 2.200, e seu secretário-geral, Ban Ki-moon, acusou o presidente sírio, Bashar al-Assad, de não cumprir seus compromissos. Pelo menos cinco pessoas morreram ontem, um dia depois de o presidente Assad se negar a deixar o poder, como exigem Estados Unidos e seus aliados ocidentais. O Conselho de Direitos Humanos da ONU denunciou a continuação da repressão na Síria e acentuou a pressão sobre Damasco, para que seja formada uma comissão independente. (France Presse)

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