As obras que são executadas pela construtora Plaenge no Chile tiveram poucas avarias, segundo o diretor da empresa Alexandre Fabian. As edificações, em fase inicial de construção, sofreram quebra de vidros e esquadrias. A construtora iniciou atividades no Chile em meados do ano passado e constrói casas e apartamentos.
De acordo com Fabian, o terremoto não afetou significativamente as construções porque as obras estão situadas no sul do país, numa faixa de 500 quilômetros, entre Temuco e Puerto Montt e o sismo ocorreu com mais intensidade na região de Concepción. ''As obras atingidas estão no primeiro ou segundo andar'', explica. Segundo ele, as edificações erguidas pela construtora no Chile terão no máximo sete pavimentos.
Fabian afirma que o executivo da Plaenge que atua no país estava no norte de Santiago. ''Gustavo Marcondes (o executivo) relatou que passaram o dia sem energia elétrica e sinal de celular e que não havia condições de embarcar de volta ao sul porque os aeroportos estavam fechados'', conta.
O diretor afirma que no Chile a construtora usa as tecnologias construtivas e normas exigidas pelas condições do país. Outra estratégia é trabalhar com técnicos e operários chilenos. ''Faz parte da cultura da Plaenge entender e respeitar a realidade do local onde está atuando'', diz. Fabian afirma que além da ocorrência de terremotos, o Chile ainda tem a ameaça de vulcões. ''Existe uma cidade mais ao sul do país que foi abandonada há um ou dois anos porque um vulcão entrou em erupção'', exemplifica.

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