Obama lidera lista dos mais poderosos da Forbes
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Folhapress 
São Paulo - A revista For-bes divulgou ontem sua lista das personalidades mais poderosas do mundo e, como esperado, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lidera a seleção. O Brasil também ganhou espaço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamado recentemente de o cara por Obama, na 33ªposição da lista, quatro posições à frente do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden.
Segundo a revista, a lista é elaborada seguindo quatro parâmetros: a influência da pessoa sobre muitas outras pessoas; a quantidade de recursos financeiros controlados por ela; em quantas áreas a pessoa pode ser considerada poderosa e, finalmente, se o escolhido efetivamente utiliza seu poder.
Diante destas justificativas, a escolha de Obama para liderar a seleção parece óbvia. Preside a maior potência do mundo, a economia mais inovadora e dinâmica, comandante-em-chefe dos militares mais poderosos do planeta; tem um dedo em um arsenal nuclear contendo mais de 5.000 mísseis; chefe de Estado da superpotência do mundo; seus democratas têm a maioria na Câmara dos Deputados e no Senado, lista a revista ao justificar a escolha.
O Brasil é representado pela 33ªposição do presidente Lula, acima de líderes da França, Paquistão, Índia, Israel e Japão. Segundo a Forbes, Lula preside o país que tem o maior número de vitórias na Copa do Mundo, maior exportador de açúcar, suco de laranja, café, carne bovina e aves. A revista cita ainda seu projeto de estimação: os vastos campos de petróleo no pré-sal da costa brasileira que transformam o Brasil no país com maior mercado projetado de combustível, no valor de US$ 125 bilhões.
Pouco abaixo de Lula, na 37ªposição, Osama bin Laden aparece como o terrorista mais poderoso do mundo e que não pode usar um telefone. Apesar das comunicações pouco frequentes, os rumores persistem sobre sua morte e poder simbólico reduzido, mas um número impressionante de jovens continuam a se explodir em seu nome e ele é a causa de duas guerras lideradas pelos EUA com custos de mais de US$ 1 trilhão, justifica a publicação.


