O presidente americano, Barack Obama, declarou sua ira e tristeza com o mais recente massacre registrado no país, desta vez em uma faculdade comunitária do Oregon, noroeste dos Estados Unidos, e voltou a fazer um apelo inflamado por uma legislação para o controle de armas. "De alguma forma isto virou rotina", disse Obama, na Casa Branca, ao comentar a matança realizada por um atirador de 20 anos na Faculdade Comunitária de Umpqua, na zona rural de Roseburg.
"Realmente podemos fazer algo a respeito, mas teremos que mudar nossas leis", afirmou Obama. "Não pode ser assim tão fácil para alguém que quer ferir outras pessoas conseguir uma arma", prosseguiu.
Visivelmente afetado, Obama lembrou que, "há aproximadamente uma arma de fogo para cada homem, mulher e criança. Como é que alguém pode argumentar que mais armas nos deixam mais seguros?".
Em discurso pronunciado na sala de conferências da Casa Branca, Obama reiterou seu chamado ao Congresso para que haja diante da nova comoção nacional com o massacre e discuta algum tipo de legislação de controle de armas. Na última década, disse o presidente, mais americanos morreram vítimas de atos de violência armada do que em "atos de terrorismo".

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