O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que a execução falha de um condenado em Oklahoma levanta questões sobre a pena de morte como um todo no país. O governante disse que pedirá ao chefe do Departamento de Justiça, Eric Holder, que faça uma ampla análise da questão nos EUA.
"O que aconteceu em Oklahoma é profundamente preocupante", afirmou o presidente. Ele citou aplicações problemáticas da pena de morte nos Estados Unidos, incluindo viés racial e casos em que as condenações foram anuladas depois da morte, como razões para que a questão seja mais estudada.
O condenado à morte, Clayton Lockett, era um homem de 38 anos preso por acusações de assassinato, estupro, sequestro e roubo, relativos a ocorrências de 1999. Lockett morreu de infarto após sofrer por mais de 40 minutos, quando a injeção letal que recebeu não teve o efeito esperado.
Um relatório da prisão diz que o problema ocorreu devido a uma veia colapsada durante a injeção. As execuções letais no Estado de Oklahoma foram suspensas para revisão da metodologia utilizada e só serão retomadas após novos procedimentos serem adotados.

É oficialmente permitida em 36 dos 50 Estados norte-americanos desde 1976, contando hoje com apoio de 64% da população

Embora a injeção letal tenha se tornado método padrão, a legislação ainda permite morte por eletrocussão, câmara de gás, enforcamento e fuzilamento

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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