São Paulo - O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, afirmou ontem que o Boeing-777 da Malaysia Airlines, desaparecido há 16 dias com 239 pessoas a bordo, desapareceu no meio do Oceano Índico a oeste de Perth, na Austrália.
Razak afirmou que a região é remota, sem possíveis bases de pouso próximas, e que, portanto, é possível concluir que a aeronave caiu.
Segundo o premiê, a conclusão foi possível com base em dados fornecidos por satélites de alta performance do Reino Unido. O avião estaria no corredor sul quando o sinal foi perdido.
Nos últimos dias, satélites e equipes de busca da Austrália, China e França disseram ter localizado objetos que poderiam ser do voo na suposta região do desaparecimento.
Parentes dos passageiros do voo MH370 precisaram ser atendidos em macas depois do anúncio do primeiro-ministro da Malásia de que o Boeing-777 teria caído no Oceano Índico.
Segundo a Malaysia Airlines, alguns parentes foram avisados da conclusão pessoalmente e outros por telefone. No hotel em Pequim, onde alguns familiares estavam reunidos e receberam a notícia, o clima foi de desespero.

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