France PresseProtestoPalestinos saem armados, às ruas em Gaza, para protestar contra o bloqueio imposto por IsraelUm libanês morreu e outros três ficaram feridos ontem em um ataque antiaéreo israelense contra as posições do Hezbollá pró-iraniano no sudeste do Líbano, informaram os serviços de segurança.
O ataque, aparentemente uma represália contra a investida de sexta-feira com mísseis contra o norte de Israel, ocorreu apesar das declarações feitas ontem pela manhã pelo ministro de Defesa israelense, Yitzhak Mordejai, que afirmou que o Estado hebreu queria evitar uma escalada da violência no Líbano.
Segundo a polícia, o Hezbollá (Partido de Deus, integrista) levantou um cordão de segurança em torno do local bombardeado, localizado na planície de Bekaa, entre as cidades de Janta e Nabichit, região patrulhada pelo exército sírio.
Ontem de manhã, Mordejai disse à rádio pública israelense que Israel queria evitar uma escalada da violência, após o ataque, realizado 24 horas antes, pelos integristas islâmicos contra a cidade galiléia de Kyriat Shemona.
‘‘Nosso objetivo não é provocar a deterioração, senão a estabilização da situação para garantir calma e segurança nas áeras do norte do país’’, disse o ministro.
Mordejai atribiu a responsabilidade do ataque com mísseis ao governo libanês e ao grupo guerrilheiro Hezbollá. O grupo xiíta muçulmano negou a autoria do ataque com mísseis Katiusha, no qual uma mulher ficou ferida e uma sinagoga foi atingida.
A rádio israelense informou que o exército havia decidido descartar uma operação maciça de represália no Líbano, mas que continuaria atacando ‘‘concentrações terroristas’’ na autodenominada ‘‘zona de segurança’’.
Israel acusou a Síria de ser responsável pelo ressurgimento da violência ao longo da fronteira libanesa.

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