Nove pessoas morreram ontem num ataque contra a sede de uma rede de TV iraquiana em Bagdá. O diretor-geral da rede, Abdel Rahim al Nasraui, e o apresentador principal, Zaker Hussein, foram assassinados, assim como empregados e guardas. A nova rede de TV por satélite Al Chabiya, instalada numa casa do bairro Zayuna (centro-oeste de Bagdá), ainda não começou a transmitir e difunde músicas e publicidade. O lançamento dos programas estava previsto para depois do mês muçulmano do Ramadã.



Polícia econtra 150 corpos em Bagdá

A polícia iraquiana encontrou mais 40 corpos ontem nas ruas da capital Bagdá, elevando a 150 o total de vítima desse tipo de crime desde a ultima segunda-feira. A exemplo das outras vezes, os corpos estavam com mãos e pés amarrados, apresentavam sinais de tortura e marcas de tiros na cabeça. De acordo com novos números do Ministério iraquiano da Saúde, mais de 2.660 civis foram mortos no mês passado - 400 a mais que em agosto -, apesar de os EUA e a polícia iraquiana terem intensificado a segurança.



Avião destrói casa de militante do Hamas

Um avião de guerra israelense F-16 atacou na noite de ontem com um míssil uma casa no norte da Faixa de Gaza e destruiu a propriedade de um militante do Hamas, informaram fontes oficiais palestinas. Testemunhas afirmaram que o proprietário, Abu Hassan Sallah, militava no grupo Izzedin al Qassam (braço armado do grupo extremista islâmico Hamas). O braço político do Hamas controla hoje o Parlamento da Autoridade Nacional Palestina. Como em algumas ocasiões similares, o Exército de Israel informou por telefone ao proprietário do imóvel que abandonasse a casa pouco antes de lançar o ataque.



Britânico confessa planejar terrorismo

Um cidadão britânico declarou-se ontem culpado, durante uma audiência realizada em um tribunal de Londres, de ter conspirado para perpetrar atentados terroristas no Reino Unido e nos Estados Unidos. Dhiren Barot, de 34 anos, é morador de Willesden (norte da capital britânica), e foi acusado de planejar ataques contra edifícios em Washington e Nova York, assim como uma série de atentados químicos contra alvos britânicos.



Suíça investiga contas de Pinochet

A Suíça começou a investigar contas bancárias relacionadas presumivelmente com o ex-ditador chileno Augusto Pinochet a pedido da justiça de Santiago, que suspeita do recebimento, por parte do general, de comissões ilegais em diversos contratos de compra. O ministério público da Confederação Helvética, no entanto, negou-se a dar detalhes da investigação em curso.

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