­Dois ­anos de­pois da elei­ção do pre­si­den­te Ba­rack Oba­ma, os cin­co ho­mens acu­sa­dos de te­rem or­ga­ni­za­do os aten­ta­dos de 11 de se­tem­bro de 2001 con­tra as Tor­res Gê­meas, há no­ve ­anos, es­tão mer­gu­lha­dos em um va­zio ju­di­cial do ­qual não de­vem ­sair tão ce­do.
  O pro­ble­ma é a de­fi­ni­ção de on­de se­rá jul­ga­do o cri­me. As op­ções são o Tri­bu­nal Mi­li­tar de Ex­ce­ção, em Guan­tá­na­mo, ou o Tri­bu­nal Fe­de­ral, nos Es­ta­dos Uni­dos.
  Es­pe­cia­lis­tas apon­tam que o jul­ga­men­to di­fi­cil­men­te ocor­re­rá an­tes das elei­ções le­gis­la­ti­vas de 2 de no­vem­bro, quan­do o Par­ti­do De­mo­cra­ta de­ve­rá per­der al­gu­mas ca­dei­ras.
  Os cin­co ho­mens acu­sa­dos de en­vol­vi­men­to nos aten­ta­dos, en­tre ­eles Kha­lid ­Sheik Mu­ha­mad, au­to­pro­cla­ma­do men­tor dos aten­ta­dos e que per­ma­ne­ce de­ti­do há oi­to ­anos, não fo­ram co­lo­ca­dos sob uma ju­ris­di­ção.
  Pres­sio­na­da pe­los con­ser­va­do­res, a Ca­sa Bran­ca po­de­rá vol­tar ­atrás e de­ci­dir por fim or­ga­ni­zar es­te lon­go e es­pe­ra­do jul­ga­men­to an­te uma ju­ris­di­ção de ex­ce­ção, nes­te ca­so, pro­va­vel­men­te na ba­se mi­li­tar ame­ri­ca­na em Guan­tá­na­mo.

● Dois prédios de 110 andares destruídos em 2001 por terroristas ligados ao grupo al-Qaeda, que jogaram dois Boeing 767 dentro do complexo, causando 2.750 mortes

● É o território (município, estado, região, país, países-membros etc.) onde determinado caso deverá ser julgado

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