A comunidade internacional espera que as eleições deste fim de semana na Bósnia, três anos depois da guerra, constituam o ponto de partida de uma normalização política que lhe permita retirar sua presença a médio prazo.
Dois milhões e meio de eleitores estão convocados, um quinto deles vive no exterior ou são refugiados internos.
Os eleitores vão designar seus novos representantes em todas as instituições da Bósnia-Herzegovina desenhada no Tratado de Dayton, tanto as federais como as duas entidades que a integram, a Federação Croato-muçulmana e a República Sérvia.
No Estado central, que só funciona pela metade, serão eleitos 42 deputados da Câmara de Representantes e os três membros da presidência colegiada, eleitos há dois anos, nas primeiras eleições após a guerra.
Aspiram de novo a um mandato, desta vez por 4 anos, os já co-presidentes.

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