Nova YorkOs Estados Unidos advertiram que atuarão por conta própria para desarmar o Iraque se a ONU não o fizer, enquanto Bagdá, onde os primeiros inspetores de desarmamento poderão chegar em outubro, insiste em que não possui nenhuma arma proibida. Segundo a imprensa iraquiana, Bagdá aceitou o retorno dos inspetores de desarmamento das Nações Unidas para eliminar qualquer justificativa a um ataque norte-americano contra o país.
Para o jornal As Saura, órgão do partido Baath (no poder), ''o que interessa (a Washington e Londres) não é que o Iraque possa ter armas (proibidas), nem mesmo o problema do desarmamento, mas a invenção de um protexto para agredir o Iraque''.
O jornal Al Iraq estima que ''a decisão do Iraque se destina principalmente a retirar dos Estados Unidos e Grã-Bretanha qualquer pretexto para lançar uma nova agressão contra o Iraque''.
PrisãoUm piloto militar sudanês suspeito de ter planejado ataques anti-norte-americanos ''está sob custódia'' nos Estados Unidos, disse ontem um funcionário à AFP. ''Ele está sob custódia. Acreditamos que planejava um atentado, mas não temos os alvos específicos'', disse o funcionário sob a condição de não ser identificado, destacando que os objetivos estariam em território norte-americano.

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