NOTAS
Terrorismo à brasileira
Seis pessoas foram assassinadas na noite deste sábado (3) em uma casa de praia no Porto das Dunas, em Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza. Quatro homens armados e encapuzados chegaram em dois carros, invadiram a casa e atiraram contra as pessoas que estavam na festa. Os corpos das seis vítimas, todos homens, foram encontrados na varanda e no gramado da casa. Outras pessoas que estavam na festa sobreviveram após se esconderam na parte superior do imóvel ou fugirem pulando o muro da casa, que tinha sido alugada para a realização de uma comemoração. Havia cerca de 20 pessoas na festa. Entre as vítimas identificadas pela polícia estava Davi Saraiva Benigno, 23, preso em 2015 sob acusação de liderar uma quadrilha que atuava no tráfico de drogas sintéticas no Ceará. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Ceará. (João pedro Pitombo/ Folhapress)
Vítima de protesto na Venezuela
Caracas - Um jovem que foi esfaqueado e queimado por supostos manifestantes opositores em 20 de maio em Caracas morreu na madrugada de domingo (5), informou a Procuradoria venezuelana. Orlando Figuera, de 22 anos, faleceu no hospital onde estava recebendo tratamento para as graves queimaduras que sofreu durante o ataque.Com a morte de Figuera, sobe para 65 o número de pessoas que faleceram durante as manifestações da oposição contra o presidente Nicolás Maduro, que começaram em 1 de abril. "Orlando Figuera foi vítima de um crime de ódio, pela cor de sua pele, porque alguém gritou que ele era um ladrão ou que era um infiltrado", disse Maduro no domingo em seu programa de televisão semanal.
O governante responsabilizou o presidente do Parlamento, Julio Borges, um dos principais dirigentes da oposição que lidera uma ofensiva internacional para denunciar que o governo de Maduro é uma "ditadura".
O chefe de Estado venezuelano apresentou no dia 21 de maio um vídeo no qual se via um jovem seminu e envolto em chamas enquanto corria em busca de ajuda.
O líder opositor Henrique Capriles afirmou domingo no Twitter que "a Venezuela clama para que haja justiça (...) para Orlando e para todos os mortos e feridos". Ele afirmou ainda que "o grande responsável" é Nicolás Maduro. (France Presse)





