NOTAS
Caminhoneiros
PARIS - Um dos principais sindicatos franceses, a CFDT,pediu ontem que a Comunidade Européia intervenha no conflito dos caminhoneiros espanhóis, em greve indeterminada há uma semana.
‘‘O governo espanhol, mas também a Comunidade Européia, devem trazer soluções com vistas a acabar com a supertaxação generalizada do transporte rodoviário, a deterioração das condições de trabalho e a falta de proteção social’’, indicou o sindicato num comunicado.


Greve
WASHINGTON - As negociações entre o sindicato de pilotos da American Airlines (AA) e a direção da companhia aérea passam por ‘‘sérios problemas’’, poucas horas antes do ultimato dado pelos pilotos para iniciar uma greve na segunda maior empresa de aviação do mundo.
‘‘Temos algumas esperanças. No entanto, quero advertir que há problemas sérios pendentes’’, afirmou Kenneth Hipp, mediador na crise.
Os pilotos da American Airlines ameaçaram entrar em greve se não houver acordo sobre um aumento substancial de salário.


Ecologia
BUENOS AIRES - A mancha negra provocada pelo petróleo derramado de um navio de bandeira panamenha na costa atlântica uruguaia, estava praticamente diluída ontem, mas animais de diversas espécies começaram a aparecer mortos sobre as praias, totalmente cobertos pelo óleo, anunciou uma equipe naval argentina, que colabora nas tarefas de limpeza.
O Greenpeace-Argentina denunciou que ‘‘enquanto existir o transporte de petróleo, este tipo de acidentes se repetirᒒ.
O aparecimento deses animais é uma evidência de que o desastre ecológico será ‘‘irreparável’’ para a fauna da região, informaram autoridades da marinha argentina.


Protesto
LUENEN, Alemanha - Cerca de 100 mil mineiros, além de outras categorias profissionais que os apóiam, formaram ontem uma corrente humana na região de Ruhr, área industrial do país, em sinal de protesto contra a redução dos subsídios ao carvão, anunciada pelo governo. A corrente, que ligou as cidades Dortmund, Duisburg e Essen, foi organizada pelo sindicato IG Bergbau. O movimento teve início depois que o ministro das Finanças, Theo Weigel, sugeriu cortes nos subsídios concedidos à extração de carvão como forma de melhorar os resultados do Tesouro, para adequar o país às metas da unificação monetária.

mockup