Foi mal recebida pelos grupos de direitos humanos a anistia que o presidente sul-coreano, Kim Dae-jung, que já foi um preso político e perseguido por governos militares, concedeu ontem a 5,5 milhões de sul-coreanos. A maioria dos anistiados são infratores de trânsito ou praticantes de pequenos delitos, mas alguns são criminosos perigosos. Apenas 74 são presos políticos. Para os grupos de direitos humanos a medida foi ‘‘inadequada e deplorável’’. ‘‘Estamos muito decepcionados’’, informou o Minkahyup, o principal grupo de defesa de direitos humanos da Coréia do Sul, que havia pedido ao presidente a libertação de pelo menos 500 detidos, qualificados de ‘‘prisioneiros de consciência’’, entre eles 23 presos políticos que estão há anos encarcerados. (Reuter)
Yeltsin adoece

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