Notas
NOTAS
Glenn volta ao
espaço em outubro
A Nasa anunciou oficialmente ontem que o primeiro norte-americano a viajar ao espaço, o atual senador John Glenn, voltará a repetir a experiência 36 anos depois quando terá 77 anos de idade. O diretor da agência, Daniel Goldin, informou que o senador pelo estado de Ohio partirá em outubro a bordo do ônibus espacial Discovery para uma missão científica de dez dias em que a Nasa pretende testar os efeitos da falta de gravidade em pessoas de mais idade. (DPA)
Nevasca mata
dois no Japão
A forte nevasca que caiu ontem sobre o Japão provocou a morte de duas pessoas e deixou 400 feridos na região de Kanto. A capital, Tóquio, enfrenta acidentes ferroviários, atraso nos transportes e cancelamento de vôos. A tormenta, que cobriu a região com 16 centímetros de neve, estava ontem no norte do país. Segundo as autoridades, houve pelo menos 1.800 acidentes de tráfego relacionados à neve. (Reuter)
Khamenei descarta
aproximação com EUA
O líder espiritual do Irã, aiatolá Ali Khamenei, descartou ontem em Teerã qualquer tipo de negociação entre seu país e os Estados Unidos, afirmando que a rejeição é dirigida apenas ao governo norte-americano. O governo dos Estados Unidos é nosso inimigo e o consideramos o Grande Satã pela política que tem seguido há décadas, disse o aiatolá. A declaração de Ali Khamenei durante as orações de sexta-feira foi a primeira reação pública de uma alta autoridade iraniana à entrevista do presidente do Irã, Mohammed Khatami à rede de televisão CNN na semana passada em que o chefe de Estado mostrou-se disposto ao diálogo com os Estados Unidos. (DPA)
Comissário crê na
inocência argelina
O funcionário da Comissão Européia (órgão executivo da União Européia) encarregado das relações com o Oriente Médio, Manuel Marín, disse ontem estar profundamente convencido de que o governo argelino não está envolvido na onda de massacres que assola o país. Marín fará parte da delegação ministerial da UE que visitará Argel na segunda-feira para discutir a violência com o governo. Desde o início do ano, mais de 1,5 mil civis foram mortos na Argélia em ataques atribuídos pelo governo aos rebeldes integristas muçulmanos, mas há denúncias de envolvimento militar em algumas das chacinas. (AE-ANSA)





