Notas
NOTAS
LUDWIGSHAVEN - Numa das maiores evacuações em tempos de paz da Alemanha, cerca de 26 mil habitantes da cidade de Ludwigshaven (Alemanha) abrigaram-se ontem para que uma bomba da época da Segunda Guerra Mundial fosse desativada. Pessoas vivendo num raio de 1,8 km de uma bomba inglesa de 2 mil kg descoberta na quinta-feira foram mandados para escolas fora da zona de perigo.
LONDRES - Cientistas ingleses usando uma câmera revolucionária encontraram o que acreditam ser evidências definitivas de planetas orbitando à volta das estrelas mais próximas do nosso sistema solar. A nova câmera, Scuba, é esfriada a 1 décimo de 1 grau de zero absoluto, 273 graus centígrados negativos, permitindo que capte emanações de calor mínimas de partículas e gases esquentados pela radiação estelar. Ela foi montada sobre o telescópio Maxwell do Royal Observatory de Edinburgo na montanha Mauna Kea no Havaí e usada para investigar quatro estrelas: Beta Pictoris, Fomalhaut, Epsilon Eridani e Vega.
BAGDÁ - O inspetor-chefe de armas da ONU, Richard Butler, disse ontem que o Iraque prometeu oferecer mais informações sobre seu arsenal de mísseis e que teria reuniões de alto-escalão sobre armas químicas e biológicas. Ele declarou que parecia que algum progresso estava sendo feito por causa de um desenvolvimento positivo de um pedido do vice-primeiro-ministro do Iraque, Tarek Aziz, de reunir-se com ele.
ANKARA - O primeiro-ministro da Turquia, Mesut Yilmaz, recusou um convite para participar de uma conferência da União Européia (EU) em 1998, indicando que Ankara não irá aceitá-lo por causa das condições impostas para sua participação. Entre as condições estão o respeito aos direitos humanos, garantia dos direitos de sua minoria curda e a resolução da disputa com a Grécia pelo Chipre.
NANJING - Sirenes de emergência soavam ontem em Nanjing (antiga Nankin) no 60º aniversário de um ataque por tropas japonesas que ainda prejudica os laços da China com o Japão. Mais de 300 mil soldados e civis foram mortos e 20 mil mulheres foram estupradas quando os soldados do Exército Imperial Japonês saquearam a então Capital, em 1937. A recusa do Japão em aceitar o Estupro de Nanjing e acrescentar o fato a livros didáticos mantém o ressentimento e o rancor vivos na China. Na cerimônia de ontem, a cidade de 5 milhões de habitantes parou durante três minutos.





