NOTAS
Concessão
LONDRES - Curvando-se às reivindicações da opinião pública, as autoridades britânicas anunciaram que quebrarão o protocolo para permitir que a bandeira do palácio de Buckingham, residência da rainha Elizabeth em Londres, seja hasteada a meio pau a partir do início das cerimônias fúnebres em honra da princesa Diana, amanhã.
Japão
TÓQUIO - Em uma decisão surpreendente, o governo japonês informou ontem que nenhum integrante da família imperial iria ao funeral da princesa Diana, apesar de um convite feito pela Grã-Bretanha aos príncipes japoneses. O chefe de gabinete e porta-voz do governo, Seiroku Kajiyama, disse que o principal representante do governo japonês no funeral será seu embaixador para a Grã-Bretanha, Hiroaki Fujii.
Homenagem
WASHINGTON - O Senado dos EUA decidiu ontem por unanimidade declarar 6 de setembro dia nacional de reconhecimento dos esforços humanitários da princesa Diana. A resolução descreveu Diana como uma ‘‘mãe devotada e carinhosa que criou dois filhos sob grande pressão e julgamento público’’.
Hyllary
NOVA YORK - A primeira dama dos EUA, Hillary Rodham Clinton, prestou um terno tributo pessoal a Diana em uma coluna publicada ontem no New York Post. Ela descreveu a princesa como alguém que ‘‘trabalhava para criar seus filhos, construiu sua identidade e usou seus próprios dons especiais para fazer uma diferença no mundo’’. ‘‘Sentirei falta de vê-la, de ouvir o orgulho em sua voz quando falava de seus filhos, de ouvi-la contar sobre as pessoas que tentava ajudar e de vê-la construir uma vida de integridade em seus próprios termos’’, escreveu Hillary. Ela representará os Estados Unidos nas cerimônias funebres de Diana em Londres, no sábado.
África do Sul
JOHANNESBURGO - A South African Airways (SAA) informou ontem que está oferecendo vôos para Londres com tarifas reduzidas para os sul-africanos que desejam comparecer ao funeral da princesa Diana. O preço do bilhete é de US$ 465, partindo hoje e com retorno para amanhã ou domingo. O preço é 30% menor do que a tarifa normal.
China
PEQUIM - O governo chinês disse ontem que a liberdade de imprensa irrestrita do estilo ocidental foi a culpada pela morte de Diana. ‘‘Ainda que a morte da princesa esteja ligada às ações de certos repórteres e organizações da mídia, a causa fundamental é a crueldade da liberdade de impresa’’, publicou-se ontem no Diário do Povo, do governante Partido Comunista. Acrescentou-se ainda que a ganância levou os meios de comunicação a perseguir incansavelmente a princesa britânica, sem respeitar seu direito à privacidade.

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