- PHNOM PENH - O dirigente da oposição cambojana Sam Rainsy prometeu ontem combater o governo do ‘‘segundo’’ primeiro-ministro Hun Sen, que depôs num violento golpe de Estado o ‘‘primeiro’’ primeiro-ministro Norodom Ranariddh. Rainsy, velho inimigo de Hun Sen, aliado de Ranariddh e ex-ministro das Finanças, disse ter voltado da Europa para ajudar a oposição, que fugiu de Phnom Penh após o sangrento golpe de Estado. ‘‘Decidimos juntar nossas forças para lutar contra Hun Sen’’, disse Rainsy, que chegou ontem à Tailândia depois de reunir-se com Ranariddh em Paris.
- MONTEVIDÉU - O senador uruguaio Reynaldo Gargano denunciou ontem em Montevidéu o desvio de US$ 40 milhões do Banco Pão de Açúcar, que sofreu intervenção no governo de Luis Lacalle (90-95). O provável envolvimento de funcionários do governo anterior está sendo investigado desde o ano passado. Quando o Estado adquiriu o banco seus ativos eram de US$ 24 milhões. Mas a instituição foi vendida à iniciativa privada por somente US$ 5 milhões. Gargano garante que tudo foi preparado para que fossem repassados para as contas de alguns funcionários cerca de US$ 40 milhões.
- BELFAST - Uma católica de 18 anos foi assassinada ontem a tiros por um desconhecido em Aghalee, na Irlanda do Norte, enquanto dormia na casa de seu namorado protestante. Segundo a polícia, o pistoleiro, supostamente um ativista protestante, entrou na casa pela porta dos fundos e deu quatro tiros na cabeça da jovem, que morreu 12 horas depois.
- NOVA YORK - Um taxista de Nova York devolveu ontem a seu verdadeiro dono cerca de US$ 33 mil que haviam sido deixados no banco de trás de seu carro. O dinheiro pertencia a uma enfermeira aposentada de 71 anos, que o economizou durante toda a vida e o carregava o tempo todo em uma bolsa de couro, segundo ela, por temer ser roubada por vizinhos. O motorista Qurbe Tirmizi recusou-se a receber recompensa por seu ato de honestidade.

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